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Re-União 2017

Socialismo é estadolatria

January 23, 2020

Todos os elementos que compõem o dogma socialista estão profundamente enraizados em vícios e em carcinomas doutrinários, fundamentais para a funcionalidade da anatomia social e política desta abominável e destrutiva forma de governo. Como o marxismo é uma contraposição filosófico-religiosa do cristianismo, invariavelmente, resguarda como um de seus objetivos primordiais a completa e total substituição de Deus pelo estado, e de Cristo Jesus pelo ditador, o que deve ser impreterivelmente absorvido por cada singular indivíduo a compor a sociedade socialista perfeita. Desta maneira, ardilosos artifícios como idolatria, culto de personalidade e estadolatria tornam-se componentes fundamentais para a dominação das massas, que serão, irremediavelmente, rescaldadas pelas ditatoriais e mortíferas imposições agressivas inerentes a um sistema socialista.

 

A idolatria e o culto de personalidade estão entre os primeiros elementos a serem induzidos na sociedade. O ditador deve ser visto como uma figura paterna, de quem todas as coisas dependem, e o estado deve ser uma espécie de deus, para onde todas as coisas, desde as mais relevantes até às mais triviais, deverão convergir. Invariavelmente, religiões tradicionais – sobretudo o cristianismo – não poderão existir em uma sociedade socialista perfeita. O socialismo, para todos os efeitos, exerce sobre os seus sicofantas um completo domínio mental e emocional. Até mesmo a liberdade de pensar é corroída, e eventualmente torna-se um indesejável anátema.

 

O socialismo, sendo profundamente predatório e corrosivo, destrói tudo aquilo que toca. Além do domínio absoluto exercido sobre as massas, a estagnação em caráter produtivo, e o retrocesso no quesito econômico, indefectivelmente acabam difundindo a miséria, o empobrecimento e a morte, sobre toda a nação que comete a sinistra desfaçatez de aceita-la em seu seio.

 

Como dramática e hostil doutrina parasitária, o socialismo deixa o estado viciado em uma nefasta e cruel dependência em impostos, tributações e tarifas, que acabam sendo necessárias para a sua manutenção e sustento. O que é natural, em função do aparato estatal ser de tamanho extraordinariamente monumental, e estar em constante expansão. Eventualmente, a carga tributária torna-se tão exorbitante, que todos e quaisquer empreendimentos produtivos acabam sendo asfixiados, e o processo de empobrecimento torna-se ainda mais pleno e inevitável.

 

Quando o estado é encarado como sendo o grande guardião, o “protetor” de tudo e de todos, aquele que deve resguardar e salvaguardar todos os princípios e todas as necessidades concernentes a existência humana, o resultado não poderá ser outro, senão o totalitarismo. E com ele, a estadolatria andará de mãos dadas. São ferramentas indispensáveis para a doutrinação das massas, e resguardam o estado de eventuais sublevações populares, que invariavelmente irão ocorrer. Pelo fato de que, no socialismo, o governo vive única e exclusivamente para si próprio. Não para o povo. O povo é doutrinado, amordaçado e escravizado, e seus direitos inerentes serão adorar o deus-estado, e silenciosamente morrer de fome.

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